"Viste aquilo?" disse Joe ao amigo Bill.
"Tens uma ótima pontaria!"
O Bill apanhou a bola de basquetebol e lançou-a antes
a lançar outra vez. A bola entrou na baliza.
"Bill, nunca falhas!" disse Joe admirado.
"A não ser que esteja num jogo a sério," queixou-se o Bill.
"Então falho sempre."
O Joe sabia que o Bill tinha razão. O Bill atuava muito
melhor quando se divertia com o Joe na escola
Yard do que quando jogava pela escola
equipa perante uma grande multidão.
"Talvez só precises de praticar mais", sugeriu o Joe.
"Mas eu pratico contigo o tempo todo!" Bill protestou.
Ele abanou a cabeça. "Simplesmente não consigo tocar bem quando as pessoas estão
a observar-me."
"Jogas bem quando estou a ver", apontou o Joe.
"Isso é porque te conheço desde que tínhamos cinco anos
com anos," disse Bill com um sorriso. "Simplesmente não tenho
confortável a jogar quando há outras pessoas por perto."
O Joe acenou com a cabeça e percebeu, mas também teve uma ideia.
No dia seguinte, Joe e Bill encontraram-se novamente no recreio da escola
para praticar. Depois de alguns minutos, Joe despediu-se.
"Treina sem mim," disse Joe ao amigo. "Vou estar
volto já."
Joe apressou-se pelo edifício da escola, reunindo-se
juntos, quem quer que encontrasse—dois alunos, um de matemática

professora, duas secretárias e um zelador. Quando o Joe explicou
Porque precisava deles, todos estavam felizes por ajudar.
Joe lembrou o grupo para ficarem calados enquanto todos iam
em direção ao campo de basquetebol da escola. Como Joe esperava,
O Bill ainda praticava basquetebol. Fez cinco
cestos alinhados sem reparar nas pessoas silenciosas
de pé atrás dele.
"Olá, Bill!" Joe chamou finalmente.
Bill virou-se. Um olhar de surpresa apareceu-lhe no rosto.
"Só queria mostrar-te que sabes tocar bem
com pessoas a vigiar-te," disse Joe. "Agora vais ter
Nada com que se preocupar para o próximo jogo!"